O programa busca expandir as áreas verdes da capital tocantinense, aproveitando espaços subutilizados como parques, praças, rotatórias e escolas.
PALMAS, TO – Em uma iniciativa que une sustentabilidade e combate à fome, o plenário da Câmara Municipal de Palmas aprovou, em primeiro turno, o Projeto de Lei nº 03/2025, que cria o Programa “Cidade Barriga Cheia” – Pomar Comunitário. A proposta, de autoria do vereador Dian Carlos (Solidariedade), incentiva o plantio de árvores frutíferas em espaços públicos, promovendo acesso gratuito a alimentos naturais e educação ambiental para a população.
Detalhes da Implementação e Objetivos
O programa busca expandir as áreas verdes da capital tocantinense, aproveitando espaços subutilizados como parques, praças, rotatórias e escolas. De fato, o texto prioriza a substituição de árvores existentes por espécies frutíferas nativas ou adaptadas ao cerrado, sempre com critérios técnicos para garantir sombreamento adequado, baixo impacto ambiental e facilidade de manutenção. Essa abordagem não só amplia a arborização urbana, mas também estimula hábitos alimentares saudáveis ao oferecer frutas frescas de forma gratuita.
Além disso, a iniciativa prevê a participação ativa da comunidade em ações de plantio, cuidado e preservação, fomentando a integração social e a conscientização ecológica. Com apoio técnico da Fundação Municipal de Meio Ambiente, o programa autoriza parcerias com universidades, entidades ambientais e organizações da sociedade civil, o que pode ampliar seu alcance e eficácia.
Justificativa e Próximos Passos
Na justificativa apresentada, o vereador Dian Carlos enfatizou as condições favoráveis de clima e solo em Palmas para o cultivo de frutas variadas. “Essa proposta representa uma ocupação racional e sustentável das áreas públicas ociosas, gerando benefícios sociais, ambientais e alimentares à população”, argumentou o parlamentar. Ele ainda destacou que o “Cidade Barriga Cheia” visa transformar a cidade em um modelo de arborização produtiva, valorizando a estética urbana e promovendo uma vida mais saudável e participativa.
Agora, o projeto avança para o segundo turno de votação na Câmara. Caso aprovado, seguirá para sanção do Poder Executivo, podendo entrar em vigor ainda neste ano e contribuir para o desenvolvimento sustentável de Palmas.









