A evacuação do hospital preocupou a população, mas a Prefeitura garante que as obras estão em andamento para restaurar a segurança e retomar os atendimentos rapidamente.

O municipio do Estreito, localizado no sul do Maranhão viveu momentos de tensão na manhã desta sexta-feira (31) após o Hospital Municipal ser evacuado às pressas devido ao risco iminente de desabamento. O prédio, com mais de 50 anos, apresentou rachaduras estruturais, exposição de ferragens e sinais de instabilidade do solo. Diante da gravidade da situação, a Prefeitura de Estreito determinou a transferência temporária dos atendimentos de urgência e emergência para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA).

A Crise Estrutural e a Inspeção da Defesa Civil
Os problemas estruturais do hospital não são recentes. Há tempos, funcionários e pacientes relatavam fissuras nas paredes e afundamento em algumas áreas do prédio. A situação se tornou crítica quando ruídos de estalos foram percebidos, levando a uma evacuação emergencial.

Uma inspeção técnica realizada pela Defesa Civil confirmou o risco. O laudo apontou falhas na fundação e recalques diferenciais, fatores que comprometem a segurança da edificação. Com isso, a administração municipal tomou a decisão de interromper imediatamente os atendimentos emergenciais no local.

Transferência dos Serviços para a UPA
Diante da gravidade da situação, o prefeito Léo Cunha determinou que, a partir do dia 31 de janeiro, os serviços de urgência e emergência do Hospital Municipal sejam transferidos temporariamente para a UPA de Estreito.

A UPA passou por uma readequação completa após uma recente reforma, garantindo uma estrutura moderna e segura para receber os pacientes durante o período de obras corretivas no hospital.

A Prefeitura esclareceu que apenas os atendimentos de urgência e emergência foram realocados para a UPA. Os demais serviços continuam sendo prestados normalmente no Hospital Municipal.

Impacto e Medidas Corretivas
A evacuação do hospital e a transferência dos atendimentos geraram apreensão na população. No entanto, a administração municipal assegura que as obras de correção estrutural já estão em andamento para garantir a segurança e o retorno das atividades ao local de origem o mais breve possível.

A evidencia da necessidade de investimentos constantes na infraestrutura hospitalar, para evitar que problemas estruturais comprometam a oferta de serviços essenciais à população. Agora, a comunidade aguarda respostas sobre os prazos para a reabertura do hospital e medidas para evitar que situações semelhantes voltem a ocorrer.

Enquanto isso, a UPA de Estreito se torna o novo ponto de referência para atendimentos emergenciais, oferecendo um espaço adequado e preparado para garantir a assistência médica à população.

Perques Leonel